Fatores relacionados ao consumo de cálcio

maio 18th, 2012 por admin No comments »

O consumo de cálcio é de extrema importância para garantir boa formação de ossos e dentes durante o desenvolvimento infantil e deve ser consumido de forma adequada durante toda a vida, uma vez que essa é a melhor maneira de prevenir a osteoporose.

Porém, de acordo com estudo recente, o consumo de leite tende a diminuir após o período de idade escolar no Japão. Sendo assim, diversos alimentos têm sido indicados como boas fontes de cálcio para garantir que as necessidades nutricionais desse nutriente sejam atendidas.

Outra forma de melhorar a absorção do cálcio é através do cuidado com sua interação com outros nutrientes. Esse fato pode ser observado em estudo recente, o qual evidencia que o efeito da proteína da carne na retenção de cálcio não está resolvido. O objetivo foi testar o efeito da proteína da dieta sobre a retenção de cálcio em baixa e alta ingestão de cálcio.

De acordo com os resultados do estudo, nas mulheres saudáveis após a menopausa, houve um aumento moderado de proteína, de 10% a 20% de energia, fato que melhorou ligeiramente a absorção de cálcio de uma dieta pobre em cálcio, quase compensando um ligeiro aumento na excreção urinária desse nutriente.

Sendo assim, o consumo de cálcio deve ser adequado durante toda a vida, sendo de grande importância os estudos que verificam a relação entre o consumo de outros alimentos e a absorção desse nutriente.

Fonte: Nutrição em Pauta

Exercícios e células imunes em crianças

maio 17th, 2012 por admin No comments »
Os exercícios físicos podem afetar a saúde de crianças tanto de forma benéfica (reduzindo o risco em longo prazo de doenças crônicas não transmissíveis) quanto adversa (asma induzida pelo exercício). Os mecanismos pelos quais os exercícios influenciam na saúde ainda não estão completamente elucidados, mas podem ser parcialmente atribuídos à capacidade do exercício em aumentar as células imunes na circulação. Em crianças a condição de atividade física mais prevalente é o exercício agudo, entretanto pouco se sabe sobre seu efeito nas respostas imunológicas.
Neste contexto, para determinar o quanto a pratica de exercícios breves pode aumentar células inflamatórias circulantes em crianças saudáveis e se esse efeito é maior em crianças com histórico de asma, pesquisadores selecionaram crianças com asma de persistente a moderada e controles pareados por idade (n = 14 em cada grupo e com idade média de 13,6 anos). As crianças fizeram exercício em bicicleta ergométrica por 6 min, onde foi feita a espirometria e a coleta de sangue nos tempos antes e após a atividade física.
Como resultado, os pesquisadores observaram que o exercício reduziu a espirometria apenas em crianças com asma, mas aumentou a maioria dos tipos de leucócitos em ambos os grupos (linfócitos 1210 ± 208 vs 1119 ± 147 celulas/mL e eosinofilos 104 ± 22 vs 88 ± 20 celulas/mL para crianças do grupo controle vs crianças com asma, respectivamente). De forma semelhante, o exercício aumentou as células T helper (248 ± 60) e a contagem de basófilos (16 ± 5 celulas/mL) no grupo controle.
Portanto, este trabalho demonstrou que o exercício aumenta muitas células inflamatórias circulantes tanto em crianças com asma quanto nas sem asma. Contudo, observou-se que basófilos e linfócitos T helper aumentaram apenas nas crianças do grupo controle. Isso mostra que mesmo exercícios breves podem mobilizar fortemente as células imunes circulantes em crianças e adolescentes, resta saber como os diferentes níveis de atividade física nesta faixa etária poderia interferir na condição de respostas leucocitárias ao exercício e, consequentemente influenciar no risco de desenvolvimento de doenças tais como ateroslcerose e asma.
Fonte: Nutrição em Pauta
Os exercícios físicos podem afetar a saúde de crianças tanto de forma benéfica (reduzindo o risco em longo prazo de doenças crônicas não transmissíveis) quanto adversa (asma induzida pelo exercício). Os mecanismos pelos quais os exercícios influenciam na saúde ainda não estão completamente elucidados, mas podem ser parcialmente atribuídos à capacidade do exercício em aumentar as células imunes na circulação. Em crianças a condição de atividade física mais prevalente é o exercício agudo, entretanto pouco se sabe sobre seu efeito nas respostas imunológicas.
Neste contexto, para determinar o quanto a pratica de exercícios breves pode aumentar células inflamatórias circulantes em crianças saudáveis e se esse efeito é maior em crianças com histórico de asma, pesquisadores selecionaram crianças com asma de persistente a moderada e controles pareados por idade (n = 14 em cada grupo e com idade média de 13,6 anos). As crianças fizeram exercício em bicicleta ergométrica por 6 min, onde foi feita a espirometria e a coleta de sangue nos tempos antes e após a atividade física.
Como resultado, os pesquisadores observaram que o exercício reduziu a espirometria apenas em crianças com asma, mas aumentou a maioria dos tipos de leucócitos em ambos os grupos (linfócitos 1210 ± 208 vs 1119 ± 147 celulas/mL e eosinofilos 104 ± 22 vs 88 ± 20 celulas/mL para crianças do grupo controle vs crianças com asma, respectivamente). De forma semelhante, o exercício aumentou as células T helper (248 ± 60) e a contagem de basófilos (16 ± 5 celulas/mL) no grupo controle.
Portanto, este trabalho demonstrou que o exercício aumenta muitas células inflamatórias circulantes tanto em crianças com asma quanto nas sem asma. Contudo, observou-se que basófilos e linfócitos T helper aumentaram apenas nas crianças do grupo controle. Isso mostra que mesmo exercícios breves podem mobilizar fortemente as células imunes circulantes em crianças e adolescentes, resta saber como os diferentes níveis de atividade física nesta faixa etária poderia interferir na condição de respostas leucocitárias ao exercício e, consequentemente influenciar no risco de desenvolvimento de doenças tais como ateroslcerose e asma.

Consumo de café

maio 16th, 2012 por admin No comments »
De acordo com pesquisa recente, muitos estudos têm encontrado uma associação inversa entre consumo de café filtrado e incidência de diabetes tipo 2. De acordo com os resultados, a associação inversa moderada foi encontrada entre o consumo dos dois tipos de café e o risco de prescrição de medicamentos orais antidiabéticos no período de 5 a 20 anos.
Outro estudo caracterizou os pacientes com úlceras grastroduodenais. De acordo com os resultados, a maioria dos pacientes atendidos com úlcera era do sexo masculino, maiores de 50 anos e consumidores de café, tabaco e álcool.
Os dados dos estudos relacionam o consumo do café com algumas patologias. Porém seu consumo de forma moderada, de acordo com estudos recentes, não fornecem prejuízos á saúde, podendo inclusive seu consumo contribuir de forma positiva em alguns casos.
Fonte: Nutrição em Pauta
De acordo com pesquisa recente, muitos estudos têm encontrado uma associação inversa entre consumo de café filtrado e incidência de diabetes tipo 2. De acordo com os resultados, a associação inversa moderada foi encontrada entre o consumo dos dois tipos de café e o risco de prescrição de medicamentos orais antidiabéticos no período de 5 a 20 anos.
Outro estudo caracterizou os pacientes com úlceras grastroduodenais. De acordo com os resultados, a maioria dos pacientes atendidos com úlcera era do sexo masculino, maiores de 50 anos e consumidores de café, tabaco e álcool.
Os dados dos estudos relacionam o consumo do café com algumas patologias. Porém seu consumo de forma moderada, de acordo com estudos recentes, não fornecem prejuízos á saúde, podendo inclusive seu consumo contribuir de forma positiva em alguns casos.

Importância do consumo adequado de fibras

maio 15th, 2012 por admin No comments »
O consumo de fibras colabora para o bom funcionamento do trato digestório, sendo necessário o consumo de líquidos em associação, para que se obtenha o efeito desejado. A falta desta ingestão está relacionada aos quadros de constipação, podendo gerar desconforto e demais complicação.
De acordo com estudo recente, não é dada a devida importância á constipação em idosos.
Outro estudo relata que a constipação é um sintoma comum durante a gravidez e ocorre muitas vezes devido a combinação de fatores hormonais e mecânicos que afetam a função gastrointestinal normal.
Deste modo o acompanhamento e orientação para a prevenção da constipação através da ingestão alimentar adequada deve ser tema constante, principalmente nos grupos de maior risco em apresentar constipação.
Fonte: Nutrição em Pauta

O consumo de fibras colabora para o bom funcionamento do trato digestório, sendo necessário o consumo de líquidos em associação, para que se obtenha o efeito desejado. A falta desta ingestão está relacionada aos quadros de constipação, podendo gerar desconforto e demais complicação.

De acordo com estudo recente, não é dada a devida importância á constipação em idosos.

Outro estudo relata que a constipação é um sintoma comum durante a gravidez e ocorre muitas vezes devido a combinação de fatores hormonais e mecânicos que afetam a função gastrointestinal normal.

Deste modo o acompanhamento e orientação para a prevenção da constipação através da ingestão alimentar adequada deve ser tema constante, principalmente nos grupos de maior risco em apresentar constipação.

Fonte: Nutrição em Pauta

Planejamento de fornecimento de refeições

maio 14th, 2012 por admin No comments »

A alimentação quando realizada de forma adequada, fornece todos os nutrientes em quantidades necessárias ao bom funcionamento do organismo, colaborando para a saúde e qualidade de vida.
Sendo assim, a preocupação com a alimentação ideal é um assunto de grande interesse na área da alimentação coletiva, sendo objeto de diversos estudos, assim como pesquisa recente que abordou a qualificação e competência dos trabalhadores do segmento da alimentação coletiva.
O estudo evidenciou que a qualificação do grupo de cozinheiros se dá pela experiência em cozinhas, a qual habilita ao desenvolvimento de atividades de preparos de alimentos. O nutricionista percebe a competência dos trabalhadores no seu potencial de liderança, sendo que os cozinheiros reconhecem sua capacidade de liderar, satisfazer o cliente, acompanhar os avanços tecnológicos e atualizar-se no que se refere aos cardápios.
O planejamento e cálculo de cardápio são fundamentais para o fornecimento de uma alimentação adequada, sendo uma das principais competências do nutricionista da área.
Estudo recente comparou os valores de energia e nutrientes de 10 cardápios em relação a 4 programas de computador de análise de consumo alimentar no Brasil, sendo essa uma das principais ferramentas para cálculo e desenvolvimento de alimentação balanceada. De acordo com os resultados, há necessidade de revisão dos programas e de suas bases de dados de nutrientes.
Sendo assim, de acordo com os dados dos estudos, fica evidente a necessidade de constante aperfeiçoamento e atualização das pessoas envolvidas no fornecimento de refeições, além das ferramentas que as auxiliam.
Fonte: Nutrição em Pauta

A alimentação quando realizada de forma adequada, fornece todos os nutrientes em quantidades necessárias ao bom funcionamento do organismo, colaborando para a saúde e qualidade de vida.

Sendo assim, a preocupação com a alimentação ideal é um assunto de grande interesse na área da alimentação coletiva, sendo objeto de diversos estudos, assim como pesquisa recente que abordou a qualificação e competência dos trabalhadores do segmento da alimentação coletiva.

O estudo evidenciou que a qualificação do grupo de cozinheiros se dá pela experiência em cozinhas, a qual habilita ao desenvolvimento de atividades de preparos de alimentos. O nutricionista percebe a competência dos trabalhadores no seu potencial de liderança, sendo que os cozinheiros reconhecem sua capacidade de liderar, satisfazer o cliente, acompanhar os avanços tecnológicos e atualizar-se no que se refere aos cardápios.

O planejamento e cálculo de cardápio são fundamentais para o fornecimento de uma alimentação adequada, sendo uma das principais competências do nutricionista da área.

Estudo recente comparou os valores de energia e nutrientes de 10 cardápios em relação a 4 programas de computador de análise de consumo alimentar no Brasil, sendo essa uma das principais ferramentas para cálculo e desenvolvimento de alimentação balanceada. De acordo com os resultados, há necessidade de revisão dos programas e de suas bases de dados de nutrientes.

Sendo assim, de acordo com os dados dos estudos, fica evidente a necessidade de constante aperfeiçoamento e atualização das pessoas envolvidas no fornecimento de refeições, além das ferramentas que as auxiliam.

Fonte: Nutrição em Pauta

Cálcio: como otimizar o seu consumo?

maio 11th, 2012 por admin No comments »
Cálcio: como otimizar o seu consumo?
O cálcio é um nutriente essencial necessário para realizar diversas funções vitais e garantir a qualidade de vida, uma vez que seu consumo adequado tem sido relacionado à prevenção de doenças, como osteoporose, hipertensão arterial e obesidade.
Porém, estudos revelam que o consumo de cálcio por grande parte da população brasileira está abaixo do recomendado. Sendo assim, diversas pesquisas estão sendo realizadas, com o objetivo de otimizar o consumo desse nutriente tão importante.
Pesquisa recente verificou os fatores endógenos, como idade e estado hormonal e os exógenos, como fitatos, oxalatos, sódio, compostos bioativos e vitamina D, avaliando sua absorção e biodisponibilidade. De acordo com os dados avaliados, os possíveis fatores para o baixo consumo de cálcio são: hábito alimentar, havendo substituição do leite por alimentos pobres em cálcio, a não realização do café da manhã, além do alto custo dos alimentos ricos em cálcio.
Os dados evidenciam ainda estratégias para otimizar o consumo de cálcio, como aumentar o conhecimento sobre a importância de seu consumo, aumentar a disponibilidade de alimentos fortificados e suplementos quando necessário.
Nesse sentido, estudos são desenvolvidos com o objetivo de melhorar o consumo e biodisponibilidade do cálcio, assim como trabalho recente que desenvolveu um sorvete enriquecido com cálcio, o qual apresentou maior quantidade e disponibilidade do cálcio do que o leite, sendo uma estratégia para melhorar o aporte de cálcio.
Sendo assim, diversas medidas para otimizar o consumo de cálcio podem ser tomadas, evitando o desenvolvimento de doenças e melhorando a qualidade de vida da população.
Fontes:
O cálcio é um nutriente essencial necessário para realizar diversas funções vitais e garantir a qualidade de vida, uma vez que seu consumo adequado tem sido relacionado à prevenção de doenças, como osteoporose, hipertensão arterial e obesidade.
Porém, estudos revelam que o consumo de cálcio por grande parte da população brasileira está abaixo do recomendado. Sendo assim, diversas pesquisas estão sendo realizadas, com o objetivo de otimizar o consumo desse nutriente tão importante.
Pesquisa recente verificou os fatores endógenos, como idade e estado hormonal e os exógenos, como fitatos, oxalatos, sódio, compostos bioativos e vitamina D, avaliando sua absorção e biodisponibilidade. De acordo com os dados avaliados, os possíveis fatores para o baixo consumo de cálcio são: hábito alimentar, havendo substituição do leite por alimentos pobres em cálcio, a não realização do café da manhã, além do alto custo dos alimentos ricos em cálcio.
Os dados evidenciam ainda estratégias para otimizar o consumo de cálcio, como aumentar o conhecimento sobre a importância de seu consumo, aumentar a disponibilidade de alimentos fortificados e suplementos quando necessário.
Nesse sentido, estudos são desenvolvidos com o objetivo de melhorar o consumo e biodisponibilidade do cálcio, assim como trabalho recente que desenvolveu um sorvete enriquecido com cálcio, o qual apresentou maior quantidade e disponibilidade do cálcio do que o leite, sendo uma estratégia para melhorar o aporte de cálcio.
Sendo assim, diversas medidas para otimizar o consumo de cálcio podem ser tomadas, evitando o desenvolvimento de doenças e melhorando a qualidade de vida da população.

Sorvetes ricos em fibras?

maio 10th, 2012 por admin No comments »
A chegada das férias e as elevadas temperaturas do verão faz com que o consumo de sorvetes aumente em muitas regiões do país. Apesar de refrescante, a composição nutricional do sorvete deixa a desejar, por isso, pensando na relação entre alimen-tação e saúde, que geram altos custos à saúde pública, e a inovação alimentar , pesquisas têm sido realizadas visando incorporar diferentes concentrações de fibras e prebióticos neste produto.
Mas será que a adição destes nutrientes não alteraria a aceitação dos sorvetes?
De acordo com os resultados da avaliação sensorial de quatro amostras de sorvete (controle, adicionada de granola ou frutooligossacarídeos, (FOS) e a combinação de granola e FOS),  as adicionadas de FOS tiveram melhor aceitação.
A amostra contendo somente FOS foi a que mais se aproximou do produto tradicional, não diferindo significativa-mente quanto à aceitação global, além disso, agrega valor nutricional ao produto. As concentrações de fibras nos sorvetes variaram de 0,9 a 5,45 g/100g de sorvete, com a maior concentração de fibras provenientes do FOS.
A presença dos FOS no alimento pode auxiliar na modificação do habitat intestinal, causando aumento no volume fecal e normalização da freqüência fecal, além de exercer efeitos benéficos na prevenção e no tratamento de doenças crônicas não transmissíveis.
Fonte: Nutrição em Pauta

A chegada das férias e as elevadas temperaturas do verão faz com que o consumo de sorvetes aumente em muitas regiões do país. Apesar de refrescante, a composição nutricional do sorvete deixa a desejar, por isso, pensando na relação entre alimen-tação e saúde, que geram altos custos à saúde pública, e a inovação alimentar , pesquisas têm sido realizadas visando incorporar diferentes concentrações de fibras e prebióticos neste produto.

Mas será que a adição destes nutrientes não alteraria a aceitação dos sorvetes?

De acordo com os resultados da avaliação sensorial de quatro amostras de sorvete (controle, adicionada de granola ou frutooligossacarídeos, (FOS) e a combinação de granola e FOS),  as adicionadas de FOS tiveram melhor aceitação.

A amostra contendo somente FOS foi a que mais se aproximou do produto tradicional, não diferindo significativa-mente quanto à aceitação global, além disso, agrega valor nutricional ao produto. As concentrações de fibras nos sorvetes variaram de 0,9 a 5,45 g/100g de sorvete, com a maior concentração de fibras provenientes do FOS.

A presença dos FOS no alimento pode auxiliar na modificação do habitat intestinal, causando aumento no volume fecal e normalização da freqüência fecal, além de exercer efeitos benéficos na prevenção e no tratamento de doenças crônicas não transmissíveis.

Fonte: Nutrição em Pauta

Lactentes

maio 9th, 2012 por admin No comments »
A anemia é uma doença que afeta a qualidade ou o número dos glóbulos vermelhos, que são células do sangue, as quais permitem levar o oxigênio aos diferentes tecidos do corpo, graças à hemoglobina que transportam. Existem alguns tipos de anemia e tratamentos, sendo que a alimentação, de forma adequada desde o início da vida, pode prevenir seu desenvolvimento. A anemia é problema comum entre as crianças brasileiras, sendo a anemia por deficiência de ferro elevada em lactentes, como pode ser observado em estudo recente, desenvolvido em lactentes de um hospital no estado do Rio Grande do Sul. Dos 369 lactentes que tiveram seus níveis de hemoglobina sérica mensurados, 64% eram anêmicos. Deste modo, no estudo foi desenvolvido um ensaio clinico de intervenção para causar um impacto sobre o problema da deficiência de ferro. Deste modo foi desenvolvido um programa intensivo de orientação dietética durante o primeiro ano de vida que promoveu o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses e enfatizou a ingestão de alimentos complementares contendo ferro nos últimos 6 meses. Os lactentes receberam uma quantidade muito pequena de fórmula fortificada com ferro e não foram recomendados suplementos para aumentar a ingestão de ferro. De acordo com os resultados, não houve impacto nas reservas de ferro dos lactentes, mas houve aumento na duração do aleitamento materno e melhorado a qualidade dos alimentos complementares, sendo um resultado positivo. Outra pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de avaliar o impacto de uma intervenção baseada em orientação dietética na prevalência de deficiência de ferro, anemia e anemia por deficiência de ferro entre crianças na idade de 12 a 16 meses. De acordo com os resultados, não houve evidência de efeito da intervenção sobre a ocorrência de anemia, mas foi evidenciado melhor padrão alimentar nas crianças do grupo intervenção. Os resultados dos estudos evidenciam a importância da intervenção nutricional para a melhora do consumo alimentar das crianças, apesar de não haver impacto direto nos casos de anemia. Deste modo, deve haver maior participação dos órgãos responsáveis, fornecendo mais subsídios para que diminuir a ocorrência de anemia entre as crianças.
Fonte:
A anemia é uma doença que afeta a qualidade ou o número dos glóbulos vermelhos, que são células do sangue, as quais permitem levar o oxigênio aos diferentes tecidos do corpo, graças à hemoglobina que transportam. Existem alguns tipos de anemia e tratamentos, sendo que a alimentação, de forma adequada desde o início da vida, pode prevenir seu desenvolvimento. A anemia é problema comum entre as crianças brasileiras, sendo a anemia por deficiência de ferro elevada em lactentes, como pode ser observado em estudo recente, desenvolvido em lactentes de um hospital no estado do Rio Grande do Sul. Dos 369 lactentes que tiveram seus níveis de hemoglobina sérica mensurados, 64% eram anêmicos. Deste modo, no estudo foi desenvolvido um ensaio clinico de intervenção para causar um impacto sobre o problema da deficiência de ferro. Deste modo foi desenvolvido um programa intensivo de orientação dietética durante o primeiro ano de vida que promoveu o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses e enfatizou a ingestão de alimentos complementares contendo ferro nos últimos 6 meses. Os lactentes receberam uma quantidade muito pequena de fórmula fortificada com ferro e não foram recomendados suplementos para aumentar a ingestão de ferro. De acordo com os resultados, não houve impacto nas reservas de ferro dos lactentes, mas houve aumento na duração do aleitamento materno e melhorado a qualidade dos alimentos complementares, sendo um resultado positivo. Outra pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de avaliar o impacto de uma intervenção baseada em orientação dietética na prevalência de deficiência de ferro, anemia e anemia por deficiência de ferro entre crianças na idade de 12 a 16 meses. De acordo com os resultados, não houve evidência de efeito da intervenção sobre a ocorrência de anemia, mas foi evidenciado melhor padrão alimentar nas crianças do grupo intervenção. Os resultados dos estudos evidenciam a importância da intervenção nutricional para a melhora do consumo alimentar das crianças, apesar de não haver impacto direto nos casos de anemia. Deste modo, deve haver maior participação dos órgãos responsáveis, fornecendo mais subsídios para que diminuir a ocorrência de anemia entre as crianças.

O chocolate na alimentação

maio 8th, 2012 por admin No comments »
A busca pelo peso adequado, em função de dietas e exercícios é uma preocupação da maioria das pessoas. Os cuidados com o corpo e com a alimentação geram grandes esforços pelas pessoas que visam manter o peso adequado. Quais seriam esses esforços?
O chocolate é um alimento encontrado na forma pastosa, sólida e de bebida doce ou amarga, feito a partir da amêndoa torrada do cacau. Sua aceitação é extremamente alta entre a população mundial, sendo um dos vilões para as pessoas que evitam ingerir alimentos calóricos. Mas como evitá-lo?
O chocolate é considerado um alimento saboroso, que contém diversos nutrientes. Estudo recente verificou a tentação em relação ao consumo do chocolate. De acordo com os resultados, o auto-controle está relacionado ao comportamento do consumo desse alimento, sendo uma característica benéfica para quem o possui, uma vez que auxilia na busca pelos objetivos a longo prazo, assim como manter o peso corpóreo ideal.
Porém, estudo recente verificou o consumo de bebidas ricas em cafeína, como café, chocolate e chás, e o risco de desenvolvimento de diabetes. De acordo com os resultados dos estudos, o consumo desses alimentos pode reduzir o risco de diabetes, devido a presença da cafeína.
Sendo assim, alimentos como o chocolate devem ser consumido de forma equilibrada e moderada, garantindo assim seus benefícios e evitando os prejuízos de seu consumo excessivo.
Fontes:
A busca pelo peso adequado, em função de dietas e exercícios é uma preocupação da maioria das pessoas. Os cuidados com o corpo e com a alimentação geram grandes esforços pelas pessoas que visam manter o peso adequado. Quais seriam esses esforços?
O chocolate é um alimento encontrado na forma pastosa, sólida e de bebida doce ou amarga, feito a partir da amêndoa torrada do cacau. Sua aceitação é extremamente alta entre a população mundial, sendo um dos vilões para as pessoas que evitam ingerir alimentos calóricos. Mas como evitá-lo?
O chocolate é considerado um alimento saboroso, que contém diversos nutrientes. Estudo recente verificou a tentação em relação ao consumo do chocolate. De acordo com os resultados, o auto-controle está relacionado ao comportamento do consumo desse alimento, sendo uma característica benéfica para quem o possui, uma vez que auxilia na busca pelos objetivos a longo prazo, assim como manter o peso corpóreo ideal.
Porém, estudo recente verificou o consumo de bebidas ricas em cafeína, como café, chocolate e chás, e o risco de desenvolvimento de diabetes. De acordo com os resultados dos estudos, o consumo desses alimentos pode reduzir o risco de diabetes, devido a presença da cafeína.
Sendo assim, alimentos como o chocolate devem ser consumido de forma equilibrada e moderada, garantindo assim seus benefícios e evitando os prejuízos de seu consumo excessivo.

Alimentação das crianças brasileiras

maio 7th, 2012 por admin No comments »
A alimentação adequada durante a infância é de extrema importância, uma vez que auxilia no crescimento e desenvolvimento adequado, além de contribuir para o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis e qualidade de vida.
Porém a alimentação durante a infância é um assunto de grande interesse em países desenvolvidos e em desenvolvimento, uma vez que essa faixa etária tem apresentado um alto índice de obesidade e doenças crônicas associadas.
No Brasil, estudo recente foi desenvolvido com o objetivo de verificar a prevalência de níveis pressóricos elevados e fatores associados em escolares de escolas públicas e privadas. Os resultados demonstraram que a população em estudo apresentou alta prevalência de níveis pressóricos elevados, associada à medida de circunferência da cintura aumentada.
Outra pesquisa identificou que a obesidade durante a infância pode afetar a função cardíaca, lípides e capacidade física em crianças obesas.
Sendo assim, a obesidade infantil, além de contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas graves na fase adulta, pode afetar a saúde durante a infância. Sugere-se o desenvolvimento e aplicação de medias que incentivem a prática de atividade física e melhora da alimentação, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida, evitando o desenvolvimento de doenças a partir da infância.
Fonte: Nutrição em Pauta
A alimentação adequada durante a infância é de extrema importância, uma vez que auxilia no crescimento e desenvolvimento adequado, além de contribuir para o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis e qualidade de vida.
Porém a alimentação durante a infância é um assunto de grande interesse em países desenvolvidos e em desenvolvimento, uma vez que essa faixa etária tem apresentado um alto índice de obesidade e doenças crônicas associadas.
No Brasil, estudo recente foi desenvolvido com o objetivo de verificar a prevalência de níveis pressóricos elevados e fatores associados em escolares de escolas públicas e privadas. Os resultados demonstraram que a população em estudo apresentou alta prevalência de níveis pressóricos elevados, associada à medida de circunferência da cintura aumentada.
Outra pesquisa identificou que a obesidade durante a infância pode afetar a função cardíaca, lípides e capacidade física em crianças obesas.
Sendo assim, a obesidade infantil, além de contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas graves na fase adulta, pode afetar a saúde durante a infância. Sugere-se o desenvolvimento e aplicação de medias que incentivem a prática de atividade física e melhora da alimentação, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida, evitando o desenvolvimento de doenças a partir da infância.

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