Os Extensores de Tronco e Estabilidade Da Coluna

outubro 25th, 2011 por admin Leave a reply »

A diminuição da endurance dos músculos extensores de tronco tem sido mostrado para correlacionar com problemas lombares. Exercícios de extensão de tronco são treinados, contudo, uma importante aproximação preventiva para indivíduos com ou sem dor lombar. Muitos pacientes são apreensivos por exercitar sua lombar é essencial utilizar exercícios que sejam suficientemente desafiadores para os músculos extensores do tronco sem causar tensão imprópria para estruturas osteoligamentares da lombar. Este artigo ira discutir a racionalidade, as indicações e os métodos para o treinamento dos músculos extensores. Discussão Endurance dos Músculos Extensores e Dor Vertebral Suporte e estabilidade para a coluna lombar provem de músculos. Certos músculos em particular têm sido mostrado para estabilizar a coluna lombar em várias situações. Os rotadores e os intertransversais tem sido mostrados para resistir a movimentos rotacionais (McGill, 2000). Os componentes torácicos de ambos iliocostais lombares e longuíssimos torácicos podem produzir uma maior quantia de movimentos de extensão com um mínimo de penalidade de compressão para a coluna (McGill, 2000). Os multífidus criam um torque de extensão, mas apenas em articulações individuais (McGill, 2000). Surpreendentemente, o único músculo que é altamente ativo durante a extensão, flexão e flexão lateral é o quadrado lombar (McGill et al, 1996). Sua arquitetura é idealmente vestida para ser um estabilizador desde que ele fixe em cada processo transverso a parte mais rígida da pelve e costelas facilitando um efeito de sustentação bilateral da vértebra. (McGill, 2000). Interessantemente, isso não é força, mas a coordenação entre músculos agonistas e sinergistas que fazem um papel importante na lesão persistente. Sparto et al. Relatou que a força de carga eram aumentada durante a fadiga no esforço isométrico dos extensores de tronco sem perder a produção de torque (sparto et al. 1997a). A produção de troque permanece constante porque a fadiga dos extensores da espinha é substituído por extensores secundários tal como o obliquo interno e o grande dorsal. Controle motor anormal tem sido correlacionado com problemas lombares. Controle pobre do eixo de rotação do tronco durante movimentos no eixo sagital, ativação assimetria muscular durante a extensão espinhal ou o andar, reduz a atividade do transverso do abdômen, uma endurance “pobre” dos extensores espinhais, e atrofia dos multifidus tem sempre sido correlacionado com problemas lombares. Tem sido mostrado que a perda do controle do centro de rotação da coluna durante o movimento resistido do tronco no plano sagital ocorrem em pacientes com dor lombar, mas não em pacientes normais (Paarnianpour et al. 1988). Aumento na rotação e ao longo do inicio do movimento de inclinação lateral com uma concomitante diminuição no movimento sagital. A incoordenação tem sido demonstrada em pacientes com dor lombar mais do que em pacientes normais. A assimetria muscular durante a produção de resistência do isocinético (velocidade constante) dos extensores do tronco não reduziram a produção, mas foi anormal (Grabinere et al. 1992). Pacientes com dor lombar (DL) têm mostrado uma sobrecarga dos músculos posteriores durante a fase de balanço da marcha (fase de apoio unipodal) e uma diminuição do pico de atividade do músculo agonista durante a posição de apoio bipodal (ambos os pés simultaneamente no chão) quando comparado a indivíduos sem dor lombar (Arendt-Nielson et al. 1995). A resistência diminuída nos extensores de tronco não só foi mostrado para relacionar com a dor, mas para prever recorrências e primeiros episódios em indivíduos saudáveis (Biering-Sorensen 1984, Luoto et al. 1995). Esta evidência é extremamente forte porque é prospectiva. Biederman relatou maior fadigabilidade nos multífidus do que em outras partes dos extensores da coluna em pacientes com dores crônicas lombares versos pacientes normais (Biederman et al. 1991). De nota o fato de que fibras do multífidus tipo I (fibras lentas) em pacientes com dor lombar crônica tem sido reportado. (Rantanan et al. 1993). Os multifidus lombares têm sido mostrados atrofiados em paciente com dores lombares agudas (Hides et al. 1993). A atrofia em pacientes agudos foi unilateral à dor e no mesmo nível segmentar da disfunção articular palpável. A recuperação para a dor aguda não teve um resultado automático na restauração do cinturão normal muscular. (Hides et al. 1996a). Porém, os exercícios de estabilização lombar reconstroem com sucesso o tamanho do músculo. Pesquisas recentes demonstram que indivíduos que restabeleceram normal o cinturão do multifidus tenha menos recorrências em um ou dois anos. (Hides et al. 1996b). Importância do Treinamento de Endurance dos Músculos Extensores do Tronco Como é conhecido o mecanismo da influencia do dano na nossa administração? De acordo com McGill evidências de que uma lesão de um tecido específico geralmente suporta a noção de uma coluna neutra (lordose neutra) quando executa tarefas de carga para minimizar o risco de dano da coluna lombar. Evitando o final da amplitude de movimento da coluna, durante a atividade, pode reduzir o risco de vários tipos de dano na coluna. (McGill, 1998a). O aumento e a gama de carga na flexão da coluna tem sido mostrado que acontece como o resultado da fatiga das tarefas repetitiva tal como se erguer (Sparto et al. 1997b). O aumento na flexão da coluna ocorre ao longo com diminuição dos movimentos do joelho e do quadril que foram demonstrados na inclinação do movimento de extensão de tronco substituído pelo agachar. Dezesseis sujeitos executaram com uma carga sub-máxima o movimento maximo de erguer-se para estudar os efeitos da fadiga. A fadiga esta sendo associada com a diminuição do movimento do joelho e do quadril e um aumento no pico da flexão lombar, indicando mudança no levantar do agachamento para estratégia extensão. A diminuição da estabilidade postural também foi documentada. Os músculos podem trabalhar para produzir ou controlar o movimento. Tradicionalmente, uma ênfase deve ser sempre colocada na produção do movimento, mas a prevenção de lesão depende mais do controle em movimento do que em força. Bergmark foi o primeiro a descrever dois sistemas musculares distintos – um funcionado para produzir movimento e outro para controlar o movimento. (Bergmark, 1989). Músculos superficiais são responsáveis para produzir movimentos voluntários – produção de torque – enquanto que os músculos profundos são responsáveis por manter a estabilidade da articulação. Os músculos profundos (“intrínseco”) são responsáveis pela estabilidade articular involuntário ou base subcortical enquanto a produção do movimento é em grande parte um ato voluntário. Axler e McGill têm demonstrado que a função muscular e a carga da coluna podem ser mensuradas por uma variedade de exercícios. (Axler, McGill, 1997). A função muscular é determinada por uma porcentagem da habilidade de contração voluntária máxima (CVM) e a carga da coluna é medida por uma compressão da coluna e forças de torção. Os exercícios ideais são aqueles que tem uma relação alta com um desafio muscular para a carga da coluna. Tal analise fornece dados surpreendentes sobre exercícios comuns que são escritos para a dor lombar. Por exemplo, a carga da coluna não é diferente durante o levantar com os joelhos dobrados ou esticados. Em outro caso a carga é a cima de 3000N e então não deve ser prescrito para pessoas em recuperação da coluna lombar! Similarmente ao exercício popular chamado super homem, onde ambos os braços e as pernas estão simultaneamente estendidos, dê origem perigosamente a uma alta carga compressiva para pacientes com lesão da coluna lombar (Axler, McGill, 1997; McGill, 1995). Existem exercícios mais seguros para coluna lombar. Princípios lombares seguros têm emergido de rigorosas análises dos aspectos biomecânicos e cinesiologicos da função da coluna. (McGill, 1998b; Liebenson, 1999). Enfatizando o treinamento de endurance que é a chave da estabilização vertebral os resultados tem sido alcançados (Hides et al. 1996a, Timm 1994, O´Sullivan et al. 1997). Estes princípios podem ser resumidos em um usuário de aproximação amigável que aumentará a aplicação clínica e complacência do paciente. A ênfase principal dos exercícios de reabilitação é treinar a resistência em sua amplitude total. Isto requer uma consciência de postura “coluna neutra” e um treinamento de sustentação regular neste controle contra a variedade de desafios. Múltiplas repetições mantidas de 5 a 6 segundos deveriam ser realizadas. De acordo com Manniche et al. Até 3 meses deve ser necessário para um efeito a longo prazo. (Manniche et al. 1991). O treinamento de endurance com as habilidades de co-contração dos agonistas e antagonistas sobre as articulações tem sido mostradas como melhora da estabilidade articular aumentando a rigidez muscular (Andersson & Winters, 1990). Isto não requer um grande esforço muscular. Hoffer e Andreasson mostraram que esforços de apenas 25% de contração voluntária máxima (CVM) provê uma estabilização máxima da articulação. (Holffer & Andersson, 1981). Uma prolongada propriedade de contração tônica a uma baixa CVM é idealmente vestido para selecionar a função das fibras musculares do tipo I. De acordo com McArdle et al., fibras tônicas operam apenas em níveis abaixo de 30-40% CVM (McArdle et al. 1991). Indicação Para Endurance dos Músculos Extensores de Tronco A endurance dos extensores de tronco pode ser treinado em qualquer paciente com dor sub aguda com qualquer aproximação genérica que melhore a aptidão da coluna. Contudo, é mais prudente testar o paciente e obter os objetivos, quantificando os dados para ver o reforço necessário para prescrição. A extensão de tronco pode ser segura, confiável e testada de maneira barata na modificação do teste de Sorensen (Biering-Sorensen 1984, Luoto et al. 1995, Rissanen et al. 1994, Hyytiainen et al 1991). Dados normativos tem sido estabelecidos (Mcgill et al. 1999, Alaranta et al. 1994). A relação normal do lado da endurance da ponte para a endurance estática dos extensores (teste Sorenson) é 0.73. Contudo, extensores individuais têm uma boa endurance do que o lado de apoio. A relação normal dos extensores do tronco par com a força dos flexores de tronco ou endurance tem mostrado ser de 1:3:1 (Mayer 1985). Em controversa ao comum consenso de que os abdominais são as mais fracas e importantes ligações, evidenciando constantemente os pontos fora dos indivíduos assintomáticos os extensores de tronco têm uma grande endurance do que os flexores de tronco. Em fato, a diminuição nesta relação tem sido mostrada para correlacionar ambos retrospectivamente e prospectivamente para problemas lombares. Interessantes, déficits de forças ou picos de torque não são correlacionados com problemas lombares, mas com desequilíbrio muscular – é correlacionado com diminuição dos flexo/extensores. Métodos de treinamento de exercício para os extensores do tronco O treinamento dos extensores de tronco tradicionalmente envolve uma posição de hiperextensão com o tronco pronados ambos os braços e pernas elevados. Tal exercício leva com isto uma alta compressão lesiva (Callaghan et al. 1998). Exercícios seguros para os extensores do tronco começam na posição quadrúpede com uma perna elevada juntamente com o abdômen murcho. A progressão inclui a posição quadrúpede com a perna e o braço opostos elevados. Ângulos isotônicos variados das maquinas podem ser usados para graduar o aumento da carga da gravidade durante a progressão do treinamento de resistência do tronco (maca de extensão). A bola de ginástica pode ser usada para adicionar as sutis mudanças no treinamento dos extensores de tronco. O objetivo principal do treinamento é aproximar da melhora a endurance da gama interna. A consciência cinesio-estética da posição da coluna neutra é importante. Para exemplo, durante a posição quadrúpede uma perna estendida é importante para que o músculo do tronco contraia e enrijeça a coluna em posição neutra. Enquanto a perna é estendida à pelve deve permanecer razoavelmente estável assim a pelve não devera anteriorizar e se tornar rodada. Aproximadamente 8 a 12 repetições por 5 a 6 segundos de sustentação, deveria ser realizado uma a duas vezes por dia. O regime de treinamento deveria ser entre 6 a 12 semanas para ser efetivo.

Fonte: Portal da Fisioterapia

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