Fratura em Galho Verde

outubro 20th, 2011 por admin Leave a reply »
São mais comuns em ossos do terço médio do antebraço, que se deformam totalmente em angulações aberrantes. No entanto esse tipo de fratura também pode ocorrer no cotovelo, no joelho, na tíbia, e são relativamente raras no úmero e no fêmur. Fratura em galho verde: Nas fraturas em galho verde, se há desvios, produz-se grande deformidade, porém estável. Podem parecer estar apenas anguladas mas também há um elemento rotacional presente. Além disso o quadro algico é intenso. Os mecanismos desse trauma se baseiam em uma cortical que sofre tração e a outra sofre compressão. Uma cortical mantém-se íntegra e a outra é seccionada, fazendo angulação. Este diagnóstico é confirmado pelo Raio-X. Quanto a questão da redução destas fraturas, segue-se a simples máxima de que se o membro encontra-se torto à inspeção deve-se endireitá-lo. Sempre houve controvérsia acerca da fratura em galho verde, quando se deve completar a fratura durante a redução ou se é suficiente apenas estabelecer o alinhamento original do osso. Não resta dúvida de que se não completa a fratura e apenas alinha o osso em grande número de casos haveria chance da deformidade retornar e consolidar com desvio, mesmo que tivesse imobilizado em gesso. Portanto recomenda-se que todas as fraturas em galho verde, que requerem redução, sejam convertidas em fraturas completas, tomando-se devido cuidado para evitar lesão ao tubo periosteal, que é responsável pela estabilidade da fratura(1). No tratamento não se deve realizar a manobra com tração, tem que fazer o mecanismo inverso ao do trauma para quebrar a cortical íntegra, depois alinhar o osso sem tracionar e efetuar a imobilização com aparelho gessado. Como exemplo podem-se citar as fraturas das diáfises do rádio e da ulna. Assim, se uma angulação volar aparente está presente é necessário que se aplique uma força de pronação à mão. Se uma angulação dorsal aparente está presente é necessário que se supine à mão para que se produza uma correção da deformidade tanto angulatória como rotacional presente. Das fraturas em galho verde, que requerem tratamento de emergência na criança, destaca-se pela sua gravidade a fratura supra-condiliana do cotovelo, que requer rápido encaminhamento a serviço especializado, mais rápido ainda se á estiver provocando comprometimento vásculo-nervoso periférico, facilmente detectável pelas alterações de sensibilidade que aparecem. A suspeita clínica desta fratura se faz pela deformidade em varo do cotovelo, que está em extensão e muito edemaciado.
Fonte: Portal da Fisioterapia
São mais comuns em ossos do terço médio do antebraço, que se deformam totalmente em angulações aberrantes. No entanto esse tipo de fratura também pode ocorrer no cotovelo, no joelho, na tíbia, e são relativamente raras no úmero e no fêmur. Fratura em galho verde: Nas fraturas em galho verde, se há desvios, produz-se grande deformidade, porém estável. Podem parecer estar apenas anguladas mas também há um elemento rotacional presente. Além disso o quadro algico é intenso. Os mecanismos desse trauma se baseiam em uma cortical que sofre tração e a outra sofre compressão. Uma cortical mantém-se íntegra e a outra é seccionada, fazendo angulação. Este diagnóstico é confirmado pelo Raio-X. Quanto a questão da redução destas fraturas, segue-se a simples máxima de que se o membro encontra-se torto à inspeção deve-se endireitá-lo. Sempre houve controvérsia acerca da fratura em galho verde, quando se deve completar a fratura durante a redução ou se é suficiente apenas estabelecer o alinhamento original do osso. Não resta dúvida de que se não completa a fratura e apenas alinha o osso em grande número de casos haveria chance da deformidade retornar e consolidar com desvio, mesmo que tivesse imobilizado em gesso. Portanto recomenda-se que todas as fraturas em galho verde, que requerem redução, sejam convertidas em fraturas completas, tomando-se devido cuidado para evitar lesão ao tubo periosteal, que é responsável pela estabilidade da fratura(1). No tratamento não se deve realizar a manobra com tração, tem que fazer o mecanismo inverso ao do trauma para quebrar a cortical íntegra, depois alinhar o osso sem tracionar e efetuar a imobilização com aparelho gessado. Como exemplo podem-se citar as fraturas das diáfises do rádio e da ulna. Assim, se uma angulação volar aparente está presente é necessário que se aplique uma força de pronação à mão. Se uma angulação dorsal aparente está presente é necessário que se supine à mão para que se produza uma correção da deformidade tanto angulatória como rotacional presente. Das fraturas em galho verde, que requerem tratamento de emergência na criança, destaca-se pela sua gravidade a fratura supra-condiliana do cotovelo, que requer rápido encaminhamento a serviço especializado, mais rápido ainda se á estiver provocando comprometimento vásculo-nervoso periférico, facilmente detectável pelas alterações de sensibilidade que aparecem. A suspeita clínica desta fratura se faz pela deformidade em varo do cotovelo, que está em extensão e muito edemaciado.

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